Dia Mundial da Árvore

A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso. A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pela primeira vez a 9 de Março de 1913. Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra. Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
Na sala do ATL Resmungão também se comemora este dia. As crianças percebem a importância das árvores no nosso planeta.
Para que não se esqueçam da importância deste dia, construímos umas árvores. Para a sua construção reutilizamos alguns materiais, entre os quais rolhas de cortiça e cápsulas de café.

























Mais Escola?

Quando um aluno entra na escola às 8h e sai às 20h, tem pai/mãe em média 3h por dia. Que geração estamos a criar?
Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança.
Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.
Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais? Importa também reflectir sobre as funções da escola.
Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida.
Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional. A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja.
Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.
Daniel Sampaio

O Grande Educador - Artigo para reflectir

No século XIX, um benemérito que fizera fortuna no Brasil decidiu mandar construir 120 escolas primárias neste país.


No século XIX, um benemérito que fizera fortuna no Brasil decidiu mandar construir 120 escolas primárias neste país. Conde de Ferreira, assim se chamava, considerava que a instrução pública era fulcral e, na ausência e inépcia do Estado, deveria ser a sociedade civil a suprir essa lacuna.

Um século depois, assiste-se ao retrocesso à idade anterior ao Iluminismo. As Associações de Pais consideram que as escolas devem estar abertas 12 horas por dia. A agora inexistente ministra Maria de Lurdes Rodrigues já se declarou a favor da medida.

Compreende-se: como o Ministério dito da Educação tem como única política conhecida a avaliação dos professores, qualquer ideia, mesmo a mais lunática, merece o seu aplauso. A proposta, claro, é genial. No fundo ela é herdeira da visão educacional leninista e estalinista: o Estado deve educar as crianças e libertar os pais, cheios de vícios burgueses, de os aturarem.

Conde de Ferreira, se voltasse a Portugal, coraria de vergonha com a sociedade civil existente. Se os alunos estiverem 12 horas na escola, e se pensarmos que cada criança dorme oito horas por dia, os pais só terão de as aturar durante quatro horas. Se lhes dermos duas ou três horas de Magalhães e de televisão temos assim formatada a educação da idade de Sócrates. Os jovens deste país estão prestes a tornar-se os "pioneiros" do século XXI.
Com esta proposta, o Estado tornar-se-á o pai e a mãe dos jovens portugueses. O seu Grande Educador. E os professores serão transformados em Pandas Kung Fu.


(Fernando Sobral)

fsobral@negocios.pt


Dia do Pai

Dia do Pai
Para este dia tão especial preparamos uma supresa para os nossos Pais!
Com uma placa de madeira, preparamos um jogo...


Um jogo das Damas e no verso o jogo do galo!


Pintamos as placas de madeira com muito cuidado....


Forramos a placa com fita cola para não sujar o tabuleiro todo com tinta...


Assim foi mais fácil pintar sem borratar...


Que perfeitinho que está a ficar...


Até parece fácil! Mas....na verdade não foi fácil pintar perfeitinho!


Não podemos colocar muita tinta no pincel, senão suja tudo!


Bem, mas para jogar às Damas precisamos das peças....

Nada que não se resolva, com massa de modelar...


Demos forma às peças e depois foi só esperar que secassem para poder pintar...



Não nos podemos esquecer também que vamos precisar de uma caixa para guardar o jogo...


A caixa ficou em cartão canelado...



Para guardar as peças, fizemos uns pequenos sacos em feltro.









"Ai, será que o meu Pai vai gostar?"













Além das Damas, fizemos o jogo do Kono e o jogo do Galo...
Algumas crianças deram o jogo do Kono.





Esperemos que os Pais gostem!

"Adoro jogar com o meu Pai!"


Valores Socias

Hoje foi um dia especial, tivemos uma visita da PSP (Polícia de Segurança Pública), vieram nos dar alguns conselhos e valores sociais que devemos preservar.

"A Polícia de Segurança Pública tem defenido, organicamente, como missão, entre outras, a de prestar ajuda as populações e socorro nos sinistrados, apoiar, em especial, os grupos de risco e contribuir para a formação e informação em matéria de segurança dos cidadãos."

Tivemos uma "aula" sobre os valores sociais.

Com a ajuda de um computador e de um projector para estarmos mais atentos.


Parecia que estavamos no cinema, só faltava as pipocas!

Foram os Polícias que deram a "aula". Eles são nossos amigos!

Também nos fizeram algumas perguntas para ver se estavamos atentos!


No final fomos todos presos e algemados!















Felizmente foi tudo a brincar, afinal nós até nos portamos muito bem e aprendemos a importância dos valores sociais, temos que nos respeitar todos uns aos outros e ajudar quem precisa.